A prrincípio enerrvava-me porr tudo e porr nada.
-Não te enerrves tanto raparriga, grritava-me carrinhoso o meu amigo Reims. Grritava porrque de outrra forrma eu não o conseguirria ouvirr (trrata-se de um cavalheirro).
Com o tempo, porrém, reconsiderrei e renasci parra a vida (mais ou menos como as florres, mas porr prrocessos menos marrotos...).
O que vos posso contarr, senhorras e senhorres, é que encontrrei o caminho da verrdade.
E a verrdade, é que o materrial tem semprre razão.
Semprre!
segunda-feira, 28 de junho de 2010
quinta-feira, 24 de junho de 2010
O rei está morto. Longa vida ao rei!
-Os media gostam de dizer que a França caiu, em vez de dizerem
que perdeu. Na hora da saída ninguém poupou na zombaria,
nem na risota;
-A imprensa espanhola está excessivamente corrosiva.
Até se pode perceber que o seja com a França,
mas porquê tanta grosseria com a Itália?
-Considero os media holandeses e alemães mais contidos e respeitosos,
mas acho que é por eu não saber ler o que escrevem, nem entender
o que dizem;
-A Eslováquia mereceu mesmo passar aos oitavos. Viva a Eslováquia!
-O south american way está mais contagiante do que nunca,
mas o Brasil nem por isso (nem a Alemanha consegue ser
tão previsível);
-Já repararam como o Dunga é rude e mal educado com os jornalistas?
E queixam-se do Maradona!
-O Fábio Coentrão é o mais esforçado e trabalhador de todos.
Força Coentrão!
-Os desportistas africanos estão cada vez mais fortes.
-Falta ambiente de futebol neste Mundial. Não se ouvem pessoas
durante os jogos.
Fazem falta os cânticos, os gritos e as vozes das bancadas.
Ouvem-se vuvuzelas!
que perdeu. Na hora da saída ninguém poupou na zombaria,
nem na risota;
-A imprensa espanhola está excessivamente corrosiva.
Até se pode perceber que o seja com a França,
mas porquê tanta grosseria com a Itália?
-Considero os media holandeses e alemães mais contidos e respeitosos,
mas acho que é por eu não saber ler o que escrevem, nem entender
o que dizem;
-A Eslováquia mereceu mesmo passar aos oitavos. Viva a Eslováquia!
-O south american way está mais contagiante do que nunca,
mas o Brasil nem por isso (nem a Alemanha consegue ser
tão previsível);
-Já repararam como o Dunga é rude e mal educado com os jornalistas?
E queixam-se do Maradona!
-O Fábio Coentrão é o mais esforçado e trabalhador de todos.
Força Coentrão!
-Os desportistas africanos estão cada vez mais fortes.
-Falta ambiente de futebol neste Mundial. Não se ouvem pessoas
durante os jogos.
Fazem falta os cânticos, os gritos e as vozes das bancadas.
Ouvem-se vuvuzelas!
quarta-feira, 23 de junho de 2010
Uma canção de amor nem sempre parece uma canção de amor
Eu sou de Abril, e os de Abril habitam uma espécie de último reduto selvagem da humanidade.
Um traço de carácter d' os de Abril: custa-lhes esse fenómeno típico da alta civilização, que é aprender a gostar.
Custa, mas não é impossível. Aconteceu-me com a música do Mikkel Solnado.
Como pude em algum momento desprezar e maltratar 'We can do anything'?
Gosto tanto de ouvir 'We can do anything'!
Antes assim. É muito melhor descobrirmos que gostamos, do que o contrário. Mesmo que seja à força de o aprender!
Com o tempo, 'We can do anything' começou a revelar-se melódica e sem segredos. Ouvia mais e mais e pensava: isto é tão alegre, tão simples e sincero. Tão bom de ouvir!
Não é fácil conquistar os de Abril.
E é de aproveitar, porque não é todos os dias que se celebra o amor e a vida. Ainda para mais, com tantas palmas e alegria!
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Falsas, dizem eles!
O jornalista Nando Garcia (ex - El Mundo), criou uma agência para apoiar pessoas que se dizem prejudicadas, nos media. Entre os seus ‘clientes’ estão Gaetano Pisano e Blandine Pellet, dois artistas plásticos que vivem em Girona e que, há tempos, venderam algumas das suas obras ao nazi Aribert Heim. Tanto Pisano como Pellet afirmam desconhecer a vida de Heim à data da venda das obras e negam em absoluto as alegadas ligações ao nazi, que os media espanhóis têm sugerido.
Pisano e Pellet querem repor o seu bom nome e exigem justiça junto da opinião pública. Por isso, recorreram à agência de Garcia, a quem também não faltam razões de queixa sobre os media, que diz terem arruinado a sua vida profissional, com a publicação de calúnias infundadas. Uns e outro contaram isto e mais coisas ao El País (onde eu os conheci, num artigo ironicamente intitulado “Demasiadas historias falsas”).
-Há muita coisa a mudar nos media e os media. Não sei se a agência de Garcia, a CYNC é o melhor exemplo disso, mas é um bom sintoma. E o destaque que o jornal lhe dá, também.
-Faz-me algum sentido que esta presença de Pisano, Pellet e Garcia nas páginas do El País seja fruto do trabalho de media relations da agência do ex-jornalista do El Mundo. Mas isto não está lá no artigo. Sou eu a pensar alto ( e a achar que ele não trabalha nada mal…)
-Faz-me sentido que Pisano, Pellet e Garcia procurem limpar os seus nomes precisamente onde acham que se sujaram: nos media, isto é, junto da opinião pública. Os tribunais já não são suficientes.
Mas, e se o El País tiver sido precisamente um dos jornais que antes lhes ‘sujou o bom nome, a integridade pessoal e profissional’? O jornal não é explícito quanto a isso, mas pode ter noticiado o mesmo que os outros, é o mais normal.
Então: o jornal publica uma notícia a acusar ligações entre o casal e o comprador de arte nazi e meses depois publica outra a explicar que o casal se queixa da notícia anterior acusando-a de falta de verdade e rigor, mais: diz que o casal se juntou a outros queixosos de outras notícias pouco verdadeiras, numa agência que nasceu para ajudar gente que se queixa de ser injustiçada e maltratada pelas notícias dos jornais, e trabalha para repor a verdade e o seu bom nome. Onde? Nos jornais, justamente.
Não sei bem dizer o que isto é. Mas é modernaço!
Pisano e Pellet querem repor o seu bom nome e exigem justiça junto da opinião pública. Por isso, recorreram à agência de Garcia, a quem também não faltam razões de queixa sobre os media, que diz terem arruinado a sua vida profissional, com a publicação de calúnias infundadas. Uns e outro contaram isto e mais coisas ao El País (onde eu os conheci, num artigo ironicamente intitulado “Demasiadas historias falsas”).
-Há muita coisa a mudar nos media e os media. Não sei se a agência de Garcia, a CYNC é o melhor exemplo disso, mas é um bom sintoma. E o destaque que o jornal lhe dá, também.
-Faz-me algum sentido que esta presença de Pisano, Pellet e Garcia nas páginas do El País seja fruto do trabalho de media relations da agência do ex-jornalista do El Mundo. Mas isto não está lá no artigo. Sou eu a pensar alto ( e a achar que ele não trabalha nada mal…)
-Faz-me sentido que Pisano, Pellet e Garcia procurem limpar os seus nomes precisamente onde acham que se sujaram: nos media, isto é, junto da opinião pública. Os tribunais já não são suficientes.
Mas, e se o El País tiver sido precisamente um dos jornais que antes lhes ‘sujou o bom nome, a integridade pessoal e profissional’? O jornal não é explícito quanto a isso, mas pode ter noticiado o mesmo que os outros, é o mais normal.
Então: o jornal publica uma notícia a acusar ligações entre o casal e o comprador de arte nazi e meses depois publica outra a explicar que o casal se queixa da notícia anterior acusando-a de falta de verdade e rigor, mais: diz que o casal se juntou a outros queixosos de outras notícias pouco verdadeiras, numa agência que nasceu para ajudar gente que se queixa de ser injustiçada e maltratada pelas notícias dos jornais, e trabalha para repor a verdade e o seu bom nome. Onde? Nos jornais, justamente.
Não sei bem dizer o que isto é. Mas é modernaço!
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Olhai, que é o Paraguai!
Calma, Rocky, mas é claro que eu acredito! que disparate! Vá lá, não vale a pena nada disso...
O Paraguai não levou ao Mundial uma equipa qualquer. Prova disso, é que está a dar luta no seu grupo, batendo-se de igual para igual com equipas muito convencidas e sem graça, como é o caso da Itália. O desporto também tem esta vertente curiosa e socialmente muito importante: o de mostrar outras facetas dos países e dos seus povos, bem diferentes das ideias preconcebidas de que os media tanto gostam, porque estão convencidos que é disso que, no geral, as pessoas gostam.
Adiante.
Olha-se para esta foto e o que se vê? Vê-se que o Paraguai não é só contrabando e coisas dessas. Também tem o Roque Santa Cruz ( e, já agora, tem Cardozo, que não é da mesma cepa, é verdade, mas joga no Glorioso...).
Olha-se para esta foto e o que se vê? Vê-se uma organização de jogo que faz corar a Alemanha e a Holanda. Já para não falar da disciplina em campo que é... como hei-de dizer... é a que está à vista.
Vê-se rapidez no contra-ataque e uma perfeição nos passes para ensinar a Ronaldos e Messis.
Dificuldades em concretizar? Humm...
É o futebol paraguaio no seu melhor. Pelo menos é o que eu vejo e eu não vejo nada mal!
terça-feira, 15 de junho de 2010
No país do 'ponciopilatismo'
Descobri alguns escritos do jornalista Artur Portela Filho. Estão reunidos numa edição da Arcádia (cinco volumes) do início dos anos 70 e que se chama 'A Funda'.
Portela Filho escreve sobre o país: a sociedade e os seus viciozinhos e maniazinhas e manobrazinhas e caneladazinhas e politicazinhas. Portugalzinho.
Há quem diga que é maldizente e detractor, o que, muitas vezes, é outra forma de dizer: informado, atrevido, incómodo, cáustico q.b.
Portela Filho tem uma escrita despretensiosa, assertiva e com humor. Tem a sua voz.
É muito bom uma pessoa abrir um livro, ou um jornal, e encontrar lá disto.
Creio que muitos dos escritos de 'A Funda' não foram publicados em jornais. É o caso de 'Os Educocratas':
Outro dia, estive numa mesa redonda sobre Educação.
Estava um médico e estava um filósofo. Estava um advogado e estava uma professora da Faculdade de Letras.
E, claro, um educocrata.
Já era, quando lá chegou, vindo de um qualquer congresso, mas não sabia.
Continuava a ser, quando de lá saiu, a caminho de outro qualquer congresso, mas também não sabia.
E era-o porque tinha, da Educação, uma certa ideia. Esta: a reforma da Educação é, em si mesma, uma libertação.
E, consequentemente, esta: a reforma é apolítica.
E, claro, esta: os reformadores são apolíticos.
Ou, o que é o mesmo - se a reforma é uma política , é uma política da Educação. E só. Se o reformador é um político, é um político da Educação. E só.
Do resto, lava as suas mãos.
Isto é - a educocracia é um ponciopilatismo.
...
(Vol 4- pp.101)
Portela Filho escreve sobre o país: a sociedade e os seus viciozinhos e maniazinhas e manobrazinhas e caneladazinhas e politicazinhas. Portugalzinho.
Há quem diga que é maldizente e detractor, o que, muitas vezes, é outra forma de dizer: informado, atrevido, incómodo, cáustico q.b.
Portela Filho tem uma escrita despretensiosa, assertiva e com humor. Tem a sua voz.
É muito bom uma pessoa abrir um livro, ou um jornal, e encontrar lá disto.
Creio que muitos dos escritos de 'A Funda' não foram publicados em jornais. É o caso de 'Os Educocratas':
Outro dia, estive numa mesa redonda sobre Educação.
Estava um médico e estava um filósofo. Estava um advogado e estava uma professora da Faculdade de Letras.
E, claro, um educocrata.
Já era, quando lá chegou, vindo de um qualquer congresso, mas não sabia.
Continuava a ser, quando de lá saiu, a caminho de outro qualquer congresso, mas também não sabia.
E era-o porque tinha, da Educação, uma certa ideia. Esta: a reforma da Educação é, em si mesma, uma libertação.
E, consequentemente, esta: a reforma é apolítica.
E, claro, esta: os reformadores são apolíticos.
Ou, o que é o mesmo - se a reforma é uma política , é uma política da Educação. E só. Se o reformador é um político, é um político da Educação. E só.
Do resto, lava as suas mãos.
Isto é - a educocracia é um ponciopilatismo.
...
(Vol 4- pp.101)
domingo, 13 de junho de 2010
A Cartola
O António ('Tó Trips') diz que está atento ao que se passa na rua, porque também quer sentir a vida a passar por ele. Disse-o à Inês Meneses, no 'Fala com Ela', da Radar.
Estaria a usar a cartola?
Como dissociar a música do Tó, daquela atmosfera dramática que a sua personagem cria nos espectáculos dos Dead Combo? Como escapar àquele esconde - quase que esconde- mas não esconde, que ele faz com a cartola? E com os movimentos ondulatórios sobre a guitarra?
Agora vou voltar a ouvir, mas de olhos fechados, para ver como é.
terça-feira, 8 de junho de 2010
domingo, 6 de junho de 2010
Manhattan, where else?
Não tenho a certeza se foi em 'Manhattan' que Woody Allen e Diane Keaton se apaixonaram, mas foi aí, (à saída do museu) que, no meio de um diálogo mirabolante, ele lhe disse: - you should meet some stupid people once in a while... you can learn something!
Isto está nos antípodas do ensopado de lugares comuns e estereotipos que é 'Vicky Cristina Barcelona', mas já está mais próximo do quase monólogo existencialista do Larry David, na comédia negra 'Whatever Works'.
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Mas eu gosto de ouvir o TB
A minha amiga D. embirra com a música do T.B.
Há dias, enviou-me uma sms mesmo a meio de um concerto onde eu, deleitada, o ouvia cantar
(ao vivo, não na TV)
Perguntava, jocosa: então? aguentas bem disposta, ou já estás 'deprê' ?
Há dias, enviou-me uma sms mesmo a meio de um concerto onde eu, deleitada, o ouvia cantar
(ao vivo, não na TV)
Perguntava, jocosa: então? aguentas bem disposta, ou já estás 'deprê' ?
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Há vida na U E, mas a ‘CLE’ é que é!
Interrogo-me se os eurodeputados e comissários europeus assistem ao Eurofestival da Canção. Deveriam. Está cheio de boas dicas e pode ser inspirador para quem todos os dias ‘constrói a Europa’. Basta ver que o que sobeja de essência europeia, por ali, partilha e comunhão de interesses, alegria e até camaradagem (e sacanagem), é o que escasseia nos alicerces teórico-políticos que procuram sustentar a unidade entre os países da U E (passe a redundância).
Já para não falar nas manifestações de pura estratégia: atente-se, por exemplo, no comportamento dos países, na altura das pontuações. A diplomacia (ou falta dela) entre vizinhos, ou amigos, pode ser uma lição para os euroburocratas. As direcções de voto podem dizer muito da postura de um país para com os seus pares.
Sempre que posso vejo o Eurofestival da Canção. É um mundo que ali está. Um mundo singular. Onde mais se poderia sentir aquele inesperado aroma ‘europeu’ de Israel e da Turquia?
Germinou no Eurofestival um género de ‘canção ligeira europeia’ (CLE). Alguns países, como Portugal, insistem em levar canções feitas à sua medida. É bom de ouvir (é sim), mas quem leva a taça é quem sabe fazer a ‘canção ligeira europeia’. 'Waterloo’ é uma canção europeia, não é sueca. E isto é independente do idioma em que se canta. Claro que, se Waterloo fosse cantada em sueco, talvez passasse a ser um bocadinho mais sueca do que europeia. É possível. Um bocadinho. Mas acho que continuaria a não passar despercebida…
-Seria tão mais surpreendente se cada um cantasse no seu idioma.
-Houve um tempo em que o Eurofestival da Canção andou pelas ruas da amargura. Quiseram inovar e até deambulações metálicas se ouviram. Felizmente, isso acabou. Muito graças ao empenho dos países de Leste e dos Balcãs, que trouxeram sangue novo e estão a ajudar a rejuvenescer o grande festival, empurrando-o para a velha 'canção ligeira europeia’, de onde nunca deveria ter saído. Este ano, como se sabe, ganhou a Alemanha, com uma típica velha 'canção ligeira europeia’, cantada por uma quase teenager. Não é irónico? Poderia ter cantado outra coisa qualquer, mais à moda da Lady Gaga, mas não, optou pela velha 'canção ligeira europeia’. Alegre e festivaleira. Fez lindamente, porque ganhou. O que é bom é sempre bom. E o que é sempre bom, é bom!
Já para não falar nas manifestações de pura estratégia: atente-se, por exemplo, no comportamento dos países, na altura das pontuações. A diplomacia (ou falta dela) entre vizinhos, ou amigos, pode ser uma lição para os euroburocratas. As direcções de voto podem dizer muito da postura de um país para com os seus pares.
Sempre que posso vejo o Eurofestival da Canção. É um mundo que ali está. Um mundo singular. Onde mais se poderia sentir aquele inesperado aroma ‘europeu’ de Israel e da Turquia?
Germinou no Eurofestival um género de ‘canção ligeira europeia’ (CLE). Alguns países, como Portugal, insistem em levar canções feitas à sua medida. É bom de ouvir (é sim), mas quem leva a taça é quem sabe fazer a ‘canção ligeira europeia’. 'Waterloo’ é uma canção europeia, não é sueca. E isto é independente do idioma em que se canta. Claro que, se Waterloo fosse cantada em sueco, talvez passasse a ser um bocadinho mais sueca do que europeia. É possível. Um bocadinho. Mas acho que continuaria a não passar despercebida…
-Seria tão mais surpreendente se cada um cantasse no seu idioma.
-Houve um tempo em que o Eurofestival da Canção andou pelas ruas da amargura. Quiseram inovar e até deambulações metálicas se ouviram. Felizmente, isso acabou. Muito graças ao empenho dos países de Leste e dos Balcãs, que trouxeram sangue novo e estão a ajudar a rejuvenescer o grande festival, empurrando-o para a velha 'canção ligeira europeia’, de onde nunca deveria ter saído. Este ano, como se sabe, ganhou a Alemanha, com uma típica velha 'canção ligeira europeia’, cantada por uma quase teenager. Não é irónico? Poderia ter cantado outra coisa qualquer, mais à moda da Lady Gaga, mas não, optou pela velha 'canção ligeira europeia’. Alegre e festivaleira. Fez lindamente, porque ganhou. O que é bom é sempre bom. E o que é sempre bom, é bom!
Paralelipípedo
O Manuel Cruz diz que ninguém é quem queria ser.
Ele, por exemplo, queria ser ninguém.
Ele, por exemplo, queria ser ninguém.
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